Volta pela Europa em 108 dias.

Os números de 2012


Olha que legal o “guest post” feito pelo pessoal do WordPress:

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um excerto:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 21.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 5 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo


Bom dia leitores, o amanhã demorou alguns dias pra chegar né? Mas, antes tarde que mais tarde! Continuando do último lugar onde estávamos: Barcelona.

No roteiro original, chegaríamos em Barcelona no dia 23/setembro o que seria bem legal, porque esse é um dos maiores feriados da cidade. É quando os bairros juntam seus grupos para fazerem Castells, que desde 2010 é patrimônio cultural imaterial pela UNESCO, mas chegamos dez dias antes e perdemos isso, então só deu pra ver o monumento:

Monumento ao maior acontecimento da Catalunya.

Barcelona ainda tem outros feriados maneiros, quando, originalmente, as mulheres ganhavam uma rosa e os homens um livro. Hoje homens e mulheres ganham flores e livros, ufa!

Bom, o lado ruim de termos adiantado a visita a Barcelona foi perder o maior feriado da cidade, mas, a parte boa foi ter conhecido o pessoal do trem e termos com quem sair por todos os outros dias.

As praias de Barcelona são as mais lindas que fomos, mas o ideal é não ir na central, que – normalmente – é mais suja e cheia de gente, com um metrô dá pra chegar rapidinho do outro lado da praia, mas também dá pra andar pela orla! São alguns quilômetros de praia, então é possível escolher uma parte que seja agradável!

A noite resolvemos ver o show de música e luzes da fonte mágica de Montjuic (link em inglês), que acontece a cada meia hora – das 19h as 20h30, de outubro a abril, e das 21h as 23h, de maio a setembro. É realmente um espetáculo! Tão lindo que, Myke, o namorado da Nina, a pediu em casamento na frente de todos nós. Foi lindo e nós ficamos assim: OOOOH NOOOO! :O hahaha espero que eles não se arrependam disso!

Vista de cima, do museu de artes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Barcelona vale muito a pena! Como diz minha amiga Paty, aconselho a visita com amor no coração! Na Rambla, a rua principal, tem um mercado municipal coisa linda, onde é possível comprar de tudo (frutas secas, cogumelos, pães de chocolate…) por um preço ótimo! E, tudo muito gostoso!

No próximo post estaremos em Málaga, cidade linda onde nasceu Pablo, e a pimenta mais forte de todas. Até.

 

O caminho para Barcelona


Bom, como havíamos comprado Eurail passes decidimos dar uma desviada no caminho e visitar nossos amigos do Brasil e da Itália, antes que eles deixassem a Europa, e aí fomos de Nice a Ventimiglia e de lá a Milão, onde nos encontramos. Tomamos uns bons gelatos, uma pizza delícia e risoto e fomos passar a noite na casa deles, em Pavia mas isso é segredo!

Eu, Lô e Mi. ♥

No outro dia cedo iríamos para Barcelona, com apenas algumas trocas. O caminho seria: Pavia – Ventimiglia – Nice – Toulousse – Barcelona (algo assim), entretanto em Toulousse quando entramos no melhor trem de nossas vidas – tinha dois sofás só pra nós, e apenas mais três pessoas nas outras mesas – eis que ouvimos o barulho que iria nos acompanhar por mais algumas horas: “Panaaananaaam – o trem que ia de Toulousse a Barcelona foi cancelado” Todos ficamos chatiadíssimos, principalmente a Helo, que queria dormir o tempo todo. Entretanto uma coisa foi boa nisso, conhecemos o Chris, o Myke, a Nina e a Cat, e ficamos por tanto tempo esperando/trocando de trem/estação e subindo e descendo escadas que decidimos passar os 2-3 ou 4 dias saindo juntos – formamos uma “família”.

Não ia ter outro trem direto, então tivemos que ir de Toulousse a Narbonne e de lá a Port Bou e aí sim, de Port Bou a Barcelona. Bom, tinha tanta gente querendo usar o trem que a gente teve que sentar no chão, e a galera tava fedida, socorro! Tinha pouco espaço por que havia apenas um vagão pra toda galera, injusto, não? Dos sonhos dos trens, pro pesadelo real, foi muito triste.

Depois de muitas horas, chegamos a Barcelona! Compramos passagens pra Málaga já na estação, o Myke e a Nina foram pro hostel deles e nós, a Cat e o Chris fomos pro nosso hostel. Era dia 11/setembro, dia nacional. Comemoração pela Catalunya ter perdido a independência pra Espanha.

Orgulho Catalunya! 😀

Resolvemos nos encontrar depois num bar e, depois, fomos aproveitar um pouco o restinho de sol de Barcelona, mas nesse dia fomos só eu, Helo e Cat, essa foto é de um dia depois!

Praia com a família!

Vamos falar amanhã sobre a cidade e todas suas coisas maneiras! 🙂 – só espero que tenha wifi no Aeroporto, se não bem… provavelmente esse é o último post da Europa!

Obrigada por acompanhar o blog, e… bom, atrasei um pouco porque ficamos vários dias sem net… Mas, eu vou postar ainda sobre mais Barcelona, Málaga, Lisboa, Coimbra, Madrid, o sofrimento pra chegar a Milão e Verona e Veneza, fiquem ligadinhos!

Boa noite!


Bom, amanhã estamos voltando pra casa e eu disse que ia escrever o último post sobre Paris antes de deixar a Europa, então to cumprindo minha palavra! 😀 hehe Mesmo que todos tenham cansado um pouco de Paris, ainda tem duas (ou três) coisas que vale a pena mencionar.

Primeiro: quem quiser comer em um restaurante gostoso, mas não quer pagar pela bebida, pode pedir por “tap water, si vu plê”. A água vem geladinha, numa garrafa (ou jarra) e taças! – Coisa Chique!

Nos sentindo rycas

 

Segundo: Quem vai pra Paris tem que comer Crêpe ou Baguette! Em qualquer esquina tem e eles são coisas lindas! Se estiver com fome de salgado tem queijo, presunto, ovos e muito mais, mas, se for louco por doce, tem os crêpes sucrés o meu mais amado é com Nutella e dá até pra comer com sorvete! #delíciademais!

Que coisa linda, minha gente!

E as baguetes, bem, são aqueles sanduíches compridos, e são bem gostosos, mas não temos nenhuma foto pra comprovar. 🙂

Terceiro: Quer ver paris de cima da Torre Eiffel? A noite? Vá de touca, luvas, cachecóis, e o que mais tiver pra se proteger do frio. Acha que tá quente? Não se engane, vá por mim. O frio lá é cortante, venta muito! Então vá preparado! Subimos pelas escadas, por que não queríamos demorar tanto esperando na fila. A subida requer esforço, mas é susse, bom para queimar as calorias dos crepes e sorvetes da viagem! São quase 700 degraus, e a economia é de 3 euros apenas, mas dá pra ficar mais tempo aproveitando outras coisas na cidade, ao invés das duas horas esperando na fila. Ah, e não se desespere, a escada é só até a metade da torre tá, não dá pra ir até o topo só de escada! hehe

Tava muito frio!

669 degraus, fichinha! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As fotos da França estão nesse link!

Era isso sobre Paris, mas ainda não falei sobre Nice, então:

Nice Rocks!

É, e não é que isso seja uma coisa boa, o negócio é que as pedras da praia são muito desconfortáveis mesmo, então eu diria que o ideal é ir a Mônaco, Cannes e outras praias nas redondezas. Os tickets são baratos e a viagem não demora mais de 1h! Entretanto, quando chegamos ao hostel vimos uma coisa linda na parede: Uma propaganda de Scuba Diving, que parecia ser demais! 😀 Resolvemos fazer! Adoramos! Acho que vamos até fazer curso agora! haha

Instruções antes do mergulho.

 

Vez da Helo! 😀

 

Paris e as redondezas


E, por redondezas eu me refiro a Versailles. Nesse post vou falar sobre o que é interessante fazer ou não na cidade luz, além da torre e da champs élysées.

Como já falei, o hostel onde ficamos era super legal e moderninho e tinha muitos estrangeiros, mas ficamos amigos da turminha brasuca e com eles fomos a maior parte dos lugares na cidade, to falando isso porque as fotos vão ter mais alguns personagens e pra ninguém ficar confuso, já estão apresentados, er.

O primeiro lugar maneiro é o Espaço Dalí, eu não posso falar muito porque sou suspeita, amei o “mini museu” e todas as obras do artista com o bigode mais estiloso que o mundo já viu!

Hi 5 com as estátuas! 😀

Como os fotógrafos do dia eram os meninos, tenho muito poucas fotos, mas depois eu atualizo e posto mais umas coisas maneiras pra vocês.

Tem também o Museu do Rodin o da estátua do pensador, é bem legal pra quem gosta de esculturas, tem a sua obra mais famosa, que é gigante e fica ao lado de fora do museu. E ‘indoor’ tem as ‘esketches’ das obras ao lado das estátuas prontas.

Estátua psique e cupido

Algo sobre cupido e psique. 🙂

O Beijo – Rodin

Não podia tirar fotos, mas eu tinha que mostrar pra vocês, e ter uma amostra pra mim pro resto da vida, claro! (é o flash que estraga tudo, eu tiro fotos sem flash, ok?!) Ah, e claro, uma foto do Pensador gigante.

Grande pensador. 😛

Outro lugar legal pra quem gosta é o centro Pompidou. No começo foi super chato pra nós, mas aí começamos a nos divertir com os quadros e depois ficou chato de novo. Mas, quem gosta de arte minimalista e quadros brancos, é uma galeria legal.

A vida imita a arte.

Premio pra quem descobrir quantas figuras tem aí! 😀

Outro museu maneiro, é o Louvre, claro! Com 14 km de obras de arte é impossível ver tudo num dia e cansa ficar olhando todos os quadros, todas as esculturas… Então a ideia é ver os pontos principais, que eles marcam no mapinha…

Muito fácil de entender, só que ao contrário.

Fácil, no subsolo tem a parte do Egito antigo, pirâmides e a história do Louvre, no átrio tem a Vênus de Milo e assim vai (não consigo mais ver as imagens). Pra vocês verem, tiramos fotos das partes mais legais! A gente é demais, né não?

Monalisa, como Gioconda.

Vênus, de milo.

Psique reanimada pelo beijo do Cupido

Esfinge (?)

Macaquinhos dançando Kuduro

Irmãs fazendo “peitinho”.

Mais uma estátua dançante. E euzinha no fundo, haha.

O que chamou nossa atenção: a muvuca pra tirar foto da Monalisa, e o seu tamanho (sempre pensei que fosse grande, mas aí todo mundo dizia que era como um retrato 15×10 e eu comecei a pensar que era super pequeno). Umas criancinhas super empolgadas querendo aprender sobre artes (que orgulho!) e o tamanho do próprio museu. Ah, e a Vênus de milo é tudo o que eu pensava que era!

Dica básica: Todos os museus são free no primeiro domingo do mês, êba! Vale ir pro Louvre, já que é o mais caro! E, menores de 18 tem entrada na faixa, como de praxe.

Bom, também fomos a Versailles, e pra quem ainda não foi, vale a pena conhecer só o jardim (não fomos ao castelo da Maria Antonieta) mas o Palácio de Versailles é muito ‘mais do mesmo’ principalmente pra quem já foi pro Louvre. Inclusive, eles colocaram umas ‘obras’ a mais no palácio. Acharam que o que já tem lá não é suficiente…

Diversão

Parte de dentro

Querem que eu acredite que sou pequena…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um coração de talheres, no Palácio.

Sapatos de panelas de Inox.

Uma parte do jardim

Pose pra foto

Cabelinho voando.

Tchau Versailles!

Outro jardim maneiro sem comparar com Versailles é o jardim de Luxemburgo, maneiro pra passar uma tarde e relaxar.

Jardim e Castelo

Era pra ter mais fotos, mas elas foram roubadas pelos leprechauns do computador e eu não sei onde estão. O post já está super longo, vou deixar pra falar mais sobre passeios e comidas no próximo post – prometo que será antes de voltarmos pro Brasil, haha.


Confesso: Visitar Paris era um sonho. Sei que é clichê, mas era um sonho. Quando chegamos, disse pra Helo “A gente tá em Paris!” com um sorriso no rosto, tudo bem, já visitamos vários países, todos são muito lindos e interessantes, mas, nenhum é tão mágico quanto a cidade luz! É uma cidade cara, não dá pra fugir, mas é linda!

Durante o tour de ônibus ‘Les cars rouges’

Chegamos cedo e fomos em direção ao hostel com umas meninas que conhecemos no ônibus, o motorista disse que era só ir reto pra chegar ao metro, mas seguimos as gurias e demos uma volta inteira no quarteirão à toa.  Depois de fazer o check-in fomos ao nosso quarto e da janela tinha a Sacre-coeur (repita: Sacrequé) tão bonita! O nome do Hostel é Le Regent e nós super indicamos! Está localizado na frente (praticamente) da estação Anvers e a menos de 10 minutos de caminhada de dois dos grandes pontos turísticos da cidade: O Sacrecoé e o Moulin Rouge – tão contraditório não? Uma igreja tão perto de um antro de perdição, haha. O preço não é dos melhores, mas é quase impossível achar algo bom e bem equipado (tanto com facilidades como com pessoas) numa região tão boa!

Primeiro dia, andando pela cidade.

Ser bem tratado não é assim tão difícil, dependendo de onde vai, claro! Comece o diálogo com algumas palavras em francês e eles vão tentar te ajudar falando em inglês. Aqui estão algumas frases que podem ajudar:

Bon jour / Bon Soir (repita: bon jurr / bon soarr) – Bom dia, boa noite

S’il vous plait (si vu plê) – Por favor

Un(e)/due/trois/quatre/cinc – croissant/pan au chocolat/crepes/baguette – coca / lait / te …

(an(ine)/du/troá/catr/sanc –  croassan / pan ô chocolá / crepe / baguet – cocá / lê / tê…) –

Um / dois / três / quatro / cinco – croissant/pão de chocolate/crepe/baguete – coca/ leite/chá…

Merci (merrci) – Obrigado(a)

Pardon (parrdon) – Perdão

Excuse-moi (escuse moa) – Licença / desculpe me

Mc Do (Mac dô) – Mc Donalds

C’est combien? (cê combian?) – Quanto custa?

Bon jour, c’est combien le crepe? Un avec cream, s’il vous plait. 🙂

Para se localizar:

Droit – Direita; Gauche – Esquerda; Avant – frente; Sortie – Saída;

NUNCA DIGA: “voulez vous couché avec moi c’est soir?”

Acho que chega de curso de francês né! Talvez sabendo isso seja possível se virar… hehe, qualquer coisa use a resposta mágica que o Nicolas usava a todo momento: ‘tres bien, merci’, não falha! De qualquer forma, conhecemos milhares de pessoas que só falavam inglês e não tiveram maiores problemas.

Pra conhecer a cidade é preciso pelo menos três dias. Um para caminhar por todos os lugares possíveis, outro pra ver o museu do Louvre e mais um para visitar a torre Eiffel, outros museus ou fazer algum dos vários tours que existem pela cidade!

Torre Eiffel, vista de frente.

– Pausa para dica de moda: como estava quente, resolvi usar uma roupa bem fresquinha, um shorts que deixa mostrar uma partezinha do bumbum, super moda na Inglaterra, camisetinha escura, bolsa, óculos e chapéu, cada um de uma cor. Ah, e o par de botas mais confortável possível, já que caminhamos muito!

Shorts e blusa: Primark

Botas: MacBoot

Óculos: Pierre Cardin

Chapéu: Barraquinha de Roma

Colar de pássaro: Pink Biju

Bolsa: Cinza. – cabô.

É engraçado, mas dos 7 dias que ficamos em Paris, cinco passamos pela ‘velha senhora’, como é chamada a torre Eiffel. Todas as vezes ficamos admiradas com sua grandeza. Sabia que ela foi construída para uma exposição temporária (a exposição universal de 1889, que comemorou o centenário da revolução Francesa) e seria destruída logo após? Entretanto os Parisienses não deixaram isso acontecer, ainda bem! Consegue imaginar Paris, sem torre Eiffel?

Milhares de pessoas, no Museu do Louvre.

Paris também quase foi destruída durante a 2ª guerra, mas foi poupada, pois o general von Choltitz não executou as ordens de Hitler e Paris foi uma das poucas cidades francesas condecoradas com o título de ‘companheira da Liberação’. Chega de história também, haha.

Isso e muito mais soubemos durante os dois tours que fizemos: um durante o dia – nos ônibus de Hop on Hop off, vale a pena – e outro, a noite – de barco, pelo Sena – muito bom. Assim ficamos ainda mais apaixonadas pela cidade das artes, de romances e o coração da Belle Époque.

Nossa obra de arte, direto de Paris!

Tem pouco tempo e quer ver tudo o que for possível na cidade das flores (os chineses chamam assim!)?  Olha o resumão: A Sacre-Coeur é um lugar bom pra visitar, durante o dia é o centro onde se encontram os pintores e vários artistas, e também é legal pra sentar num barzinho e aproveitar a noite. A champs-élysées é uma das avenidas mais conhecidas no mundo, concentrando os cinemas, cafés e lojas luxuosas, ela começa na praça da concórdia, junto ao obelisco e segue até chegar ao Arco do Triunfo, que, por sua vez foi construído por Napoleão para homenagear seus feitos. A frente da torre Eiffel existe um imenso jardim onde os locais vão passar durante suas horas de folga e tomar um solzinho, quando tem, hehe. O museu do Louvre é o maior museu do mundo e possui 14km, dá pra ficar alguns dias por lá, se quiser, então, quem não tem muito tempo pode dar uma olhadinha nos tetos de vidro em forma de pirâmide (que também foram construídos para a exposição universal), e ir para outros lugares, como o jardim de Luxemburgo ou o jardim das Tulherias. Quem tem mais tempo pode parar ainda no Espaço Dali, Hotel dos Inválidos, Museu d’Orsay, Museu Picasso, Museu Rodin (onde tem a estátua do pensador, sabe?), o centro Pompidou… Tem milhares de museus, pra todos os tipos de gosto!

Mais uma ponte de cadeados de amor no mundo! ♥

Nos próximos posts falaremos sobre o Palácio de Versailles, e o que fizemos pela capital da Belle Époque!

Um motivo para voltar a Londres


Gárgula da porta do diretor.

Como se fosse necessário, pff.

Não precisaríamos de nada para querer voltar a Londres, na verdade, já queremos. Queremos voltar a Londres e a todos os lugares que já fomos durante esses quase 3 meses de viagem.

É que tivemos que voltar a Londres por um motivo especial: Watford. Nessa cidadezinha pacata é que está localizado o brilhante making of dos filmes do Harry Potter, e nós, fãs que somos, tivemos que conferir.

Entrada para a Câmara Secreta

Livro de poções do Príncipe Mestiço

O espelho de Ojesed

 

 

 

A primeira vista é demais! É engraçado como no mundo dos filmes a mágica realmente existe. Lembramos que: Não é magia, é tecnologia! De qualquer forma, é muito bom. O castelo é de verdade e é uma miniatura gigante (complexo isso, não?) – vide fotos. E, para filmarem muitas cenas usaram esse protótipo. É muito interessante ver como tudo funciona, figurino, set, todos os detalhes feitos para agradar os Pottermaníacos mundo adentro.

Casa Grifinória

Vestes para o baile Tribruxo

Dear Dobby. ♥

 

Mas, pensando bem esperávamos mais. Queríamos poder tocar mais nas coisas, participar mais. Sem falar que as lembrancinhas e doces e tudo o que havia lá era muito caro mesmo! Só tive coragem de comprar uma cerveja amanteigada, porque desde meus 12 anos tinha vontade de experimentar essa bebida tão bem descrita nos livros. Decepção. É uma coisa horrível, parece guaraná com chantilly, doce e nojenta. Éca. Às vezes as coisas da imaginação devem ficar lá, guardadinhas.

Antes de experimentar cerveja amanteigada. 😀 depois 😛

Helo e o Noitebus Andante

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resultado de tudo isso: Como fã de Harry Potter esperava mais, como fã de cinema, foi demais!

O armário embaixo da escada

Lembrancinhas super caras!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais fotos no link Making of Harry Potter.

Saímos de Londres com destino a Paris. Oh La La! – A Helo percebeu que não é muito bom cantar Lady Marmalade a toa, pelas ruas. Haha.


Ficamos em Liverpool duas vezes. A primeira foi um fracasso, porque escolhemos um lugar que se dizia hostel, mas era uma casa de um cara mal educado que se disponibilizou a receber pessoas e tratá-las com desdém e ignorância #chatiadas. Foi culpa nossa, claro, porque não pensamos que um lugar que recebeu 33% de boa avaliação no HostelWord pudesse ser tão ruim assim, agora a gente sabe que a avaliação é real. Pra terem uma ideia, começou a tocar um alarme de incêndio as 3h da manhã, e a gente, desesperada, não sabia o que fazer! Fomos procurar o cara e ele disse, educadamente: “Saiam daqui! É só um barulho! Não tem nada a fazer! GO OUT!”. Foi horrível, mesmo. Mas pelo menos foi apenas uma noite!

Foto descaradamente roubada de um cara que conhecemos na cidade.

No outro dia fugimos cedo para o Hatters Hostel (ê lindeza!), onde passamos a noite, antes de ir a Dublin, e depois de cinco dias na Irlanda, voltamos para curtir o festival dos Beatles!

De todos os festivais que participamos (Gentse Feesten – em Ghent, Fringe Festival – em Edimburgo e St. Mattheu Street Festival – em Liverpool) esse foi o mais bizarro. As pessoas, que parecem loucas normalmente, pareciam ainda mais alucinadas. Gritavam, corriam, faziam bagunça em todos os lugares onde passavam e ainda não era 6h da tarde, mas estava divertido! Tinha shows de várias bandas – desconhecidas (veja o link do festival pra mais fotos!) – espalhados em cinco palcos pela cidade, e em todos havia muitas pessoas curtindo as músicas! Coisa linda de ver!

No Cavern Club (e no Cavern Pub), lugar onde os Beatles começaram a tocar, tinham singles, grupos ou duplas de todo canto do mundo (até do Brasil!), apresentando os sucessos dos meninos de Liverpool, desde a tarde até o início da madrugada. Nunca ouvimos tanto ‘Come together’ na vida!

Show desde o meio dia! – Cavern Club!

Versão Free, no Cavern Pub. Não sei ainda qual dos dois lugares é o original!

Na rua onde esses bares se localizam também está o “mural da fama” (Liverpool Wall of Fame) dos músicos, onde os famosos têm seus nomes gravados nos tijolos, e os aspirantes a fama ‘picham’ os nomes de suas bandas.

Mathiew Street

Tem até Adele! 😀 – Foto do site Dawsons Music.

Liverpool (link pro site da cidade, em Inglês) respira, expira e inspira Beatles, é um ponto de parada obrigatória aos fãs que visitam a Inglaterra. É a ‘casa’ de mais um festival na ‘Europa’.

Ps.: Fotos não são nossas, a maioria eu peguei no face desse cara: Rob Udyat, a da parede tem o link pro site na foto, e essa última não tinha um conteúdo interessante, então não vou colocar o link!

Paisagens adoráveis e muita chuva!


Welcome to Ireland!

Como não tinha muito o que fazer em Dublin, decidimos conhecer alguns lugares fora da capital. Óbvio que fomos ver os Cliffs de Moher (ou de morrer, de tão lindo e perigoso que é o lugar), mas também queria conhecer outros lugares, como Galway (só para saber se as mulheres de lá são como as da música do filme “PS. Eu te amo”) e Connemara, pra ninguém botar defeito!

Primeiro dia, nos Cliffs, um dia cinzento e frio e lá em cima ventava muito. Fomos com a empresa Paddywagon, e o nosso guia era especial, haha super divertido e simpático, cantava músicas irlandesas relacionadas aos lugares onde estávamos. No repertório estava ‘Galway Girl‘, claro, ‘I’ll tell my ma‘ e Molly Malone (música no Youtube, melhor versão encontrada). O triste é que tínhamos apenas 1h30 nos Cliffs, e não pudemos ir até o final, mas já valeu a vista onde fomos. Tem uma placa dizendo que não se pode passar de um determinado local, mas todo mundo ignora e pula a cerquinha, botando a vida em risco. Que romântico. Ah, falando em romance, o guia dizia que se o namoro não virasse  noivado naquele lugar, em nenhum outro lugar iria pra frente, e que se o namorado não pedisse a namorada em casamento lá, ela deveria procurar outra pessoa, porque aquele cara não prestava. Resultado: dois noivados por impulso, hahaha, que coisa! #Ficaadica pra quem quer desencalhar, hahaha – Paddywagon casamenteiro. Aiai, chega.

No segundo dia fomos para Connemara e Galway. Estava chovendo tanto que quase não deu graça, mas as paisagens eram realmente lindas! O nosso guia era um chato, o que fez diminuir a graça do passeio, mesmo assim, explicou muita coisa sobre os lugares, como o significado de ‘Connemara’ que é ‘ao lado do lago’ – ou algo assim, mas, sabe como é né, sorte de um dia, falta de sorte do outro! O problema é que a gente foi para uma cidade nada a ver e ele nos deixou lá por uma hora, sem fazer nada, porque só tinha um rio e um cemitério, nada mais e em Galway, que era o objetivo final, a gente só teve uma horinha de nada. Não consegui nem achar a Galway girl e mal pudemos comer algo antes das 2h de viagem de volta pra Dublin.

O tour foi bom, ao final das contas, mas se eu puder dar uma dica pra quem vai a Irlanda, escolha o tour de dois dias, porque no primeiro dia faz Connemara e Galway, passa a noite na cidade – o que é tudo de bom, principalmente porque você conhece mais as pessoas do tour – e no outro dia é a visita aos Cliffs, que é o must do na Irlanda, é mais caro do que fazer separado, como a gente fez, mas tem hostel e breakfast incluído, talvez valha a pena!

Ah, depois disso tentei fazer minha tattoo, mas o cara disse que ia dar tempo, fez o desenho, e aí desistiu. Que raiva minha, que feliz pra você né mãe?

Fotos? Só as que estão na página da Irlanda, lá tem o castelo de Connemara, os Cliffs e Dublin! 😀 Ah, e a lendária Moly Malone, musa inspiradora da mais famosa canção de Dublin!


Um dos lugares mais esperados da viagem foi a Irlanda, e eu que já amava o lugar fiquei ainda mais encantada com as pessoas, e as cidades. Uma coisa: Sempre chove muito. Lembra que eu falei que em Bruxelas choveu para aquecer o comércio local de sombrinhas? Então, na Irlanda é diferente, chove muito mesmo, tanto que os souvenirs da cidade tem quatro ovelinhas (o animal símbolo do país, haha) debaixo de chuva durante a primavera, verão e outono e de neve no inverno. – Tão fofo.

No primeiro dia fomos para uma cidadezinha chamada Howth, é perto do mar e rende umas ótimas fotos! É bom para aquecer o espírito aventureiro antes de chegar aos Cliffs e outros lugares no país. Encontramos um Irlandês com um boné do Brasil, que começou a falar onde deveríamos ir para ter a melhor vista do mar.

Tem tanto brasileiro lá que dá coceira, HAHA, mentira, é legal, e nós até encontramos uns meninos que deixaram a gente ficar na casa deles, e foram tão legais com a gente, ah, eram os meninos do Zebras London, lembram? Mas, tipo, é legal encontrar brasileiros legais, e não como a mulher do Pizza Hut que falou para pararmos de rir porque estavam reclamando da gente. Aí a gente leu no papelzinho do recibo assim “Did we make you smile?” aí a gente riu ainda mais porque rir é muito melhor quando não pode. Bom, a gente vai parar de comer lá, pois é o lugar onde aconteceram as maiores chateações em relação a comida.

Voltando a falar sobre os souvenirs, tem várias coisinhas com a frase “Póg mo Thóin” – uma coisa nada gentil que significa “Kiss my ass” haha.

O símbolo do país é uma harpa, tem harpa na Guinness, nas moedas e tem até uma ponte com a forma desse instrumento. O país é muito musical, e esse é um dos motivos por que nós amamos a Irlanda! Nossa, já estamos com saudade!

Ah, e mais Harry Potter! A biblioteca da escola é lá, na universidade de Dublin, maneiro né! Foi isso, no próximo post falaremos sobre os tours que fizemos aos Cliffs de Moher, Conemara e Galway.

(PS. Fotos na página da Irlanda! 😉 )

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